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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Tirinhas para descontrair

Hoje vou colocar algumas tirinhas para descontrair...











Aproveitem...

terça-feira, 9 de março de 2010

A batalha de Davi e o gigante Golias


"Um campeão, Golias, saía do campo dos filisteus todos os dias durantes mais ou menos quarenta dias, desafiando o exército israelita para mandarem um competidor digno. Este gigante filisteu tinha mais ou menos três metros e usava pelo menos 55 kilos de armadura. Confiante na superioridade de seu equipamento e da sua força natural ele propõe uma competição em que o ganhador ficaria com tudo. Ninguém aceitava a proposta!

O jovem Davi foi enviado por seu pai para levar grãos tostados, pães e queijo para os seus irmãos e o seu comandante na frente da batalha. Foi neste campo que a vida de Davi tomou um rumo diferente, e nunca seria a mesma. O resultado final, porém, não aconteceu por acidente. Davi fez coisas que, para sempre, instruirão os jovens e os jovens de coração."


Em certos momentos de nossas vidas podemos nos sentir como na batalha de Davi e Golias. Olhamos para nossa frente e vemos um desafio gigantesco. Para algumas pessoas coisas simples podem se tornar desafios gigantescos, como uma viagem ou uma ida ao dentista. Em outros casos a pessoa se depara com situações de fato desafiadoras, como perder alguém querido ou tomar uma decisão que irá afetar toda sua vida.

Certamente, na vida de muitos, a saída da faculdade e a inserção da pessoa no mercado de trabalho pode se tornar uma batalha contra um gigante! Muitas incertezas tomam os pensamentos, dúvidas vão surgindo ao longo do tempo. Isso somado a cobrança da sociedade faz com que muitos desistam de suas carreiras ao longo do caminho.

Falando de psicologia especificamente o momento de buscar o seu espaço no campo de atuação se faz muito difícil para algumas pessoas. Isso decorre do mercado de trabalho muito saturado, da visão que a sociedade em geral tem do psicólogo, da falta de comunicação entre os profissionais (!), e em alguns casos da falta de preparo da própria pessoa, que sai da faculdade só pensando no retorno financeiro e já pensando em parar de estudar (um erro simplesmente fatal).

Para fins ilustrativos podemos pegar como exemplo a enquete feita no blog "Psicologia" da Ana Rita Dias. Na enquete ela pergunta: Sendo licenciado, tem emprego ou trabalho remunerado ao exercer funções de psicólogo?

Dos 181 profissionais que responderam, 24 deles (13%) responderam que trabalham como psicólogos em parte do seu tempo. 34 participantes (18%)responderam que trabalham na profissão em tempo integral. 6 pessoas (3%) responderam que sim, com cunha. E surpreendentes 117 pessoas (64%) responderam que não trabalham como psicólogos mesmo formados para isso.

É um resultado expressivo, mesmo para uma enquete. O fato é que existe uma grande dificuldade para os recém formados se firmarem na profissão de psicólogo, e não precisamos de muitas enquetes para podermos perceber isso!

Muitas pessoas dão dicas para quem está começando a trabalhar agora, muitas delas espelhadas na história de Davi ao enfrentar Golias. Dicas como: aproveitar das oportunidades que surgirem; não permitir que a sua juventude lhe detenha; visualizar seu sucesso e planejá-lo;

Acredito que essas dicas podem ajudar muitas pessoas. Mas nada funcinará se a pessoa não tiver, dentro dela, o que mais faz falta hoje em dias nos profissionais: A VONTADE!

Através da vontade e da paixão pela profissão a pessoa irá lutar e conseguir passar pelos problemas, e vencer esse gigante!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Um pouco de Philippe Streiff!

Lendo artigos de F1 hoje na internet, vi uma entrevista de Philippe Streiff, ao site Tazio.

Streiff, 54 anos, foi um piloto de F1 dos anos 80, e muita gente não deve conhecê-lo muito bem. Sua história na categoria ficou marcada pelo acidente sofrido em Jacarépagua com o carro da equipe AGS em 1989. No acidente o piloto sofreu lesôes medulares e ficou tetrapléico desde então.

Lendo a entrevista uma parte me chamou muita a atenção. Principalmente pela postura de Streiff diante de sua realidade:


"O primeiro ano [como tetraplégico] é muito difícil psicologicamente. Você precisa de muito planejamento, de dinheiro, obviamente. Foi por isso que eu pedi ao presidente francês Nicolas Sarkozy para que ajudasse pessoas como eu para poder comprar cadeiras de roda e tudo mais; ajuda financeira se você não puder trabalhar. O meu caso, graças aos meus negócios na F-1, como patrocinadores e relacionamentos, é diferente do de outras pessoas. E também para pagar uma enfermeira ou assistente."

"Meu sonho é seguir em frente, é ser feliz, mesmo que eu seja tetraplégico. É preciso ter paixão em sua vida e eu estou feliz de estar no paddock com meus amigos. Você vê o caso Frank Williams: falei hoje com Patrick Head e ele me disse que Frank Williams está feliz. Ele não está aqui, mas estará no Bahrein, então ele ainda tem paixão. Os meus filhos tinham 3 e 5 anos quando eu bati no Brasil e o segundo, o de 3 anos, estava lá. Agora eles têm 23 e 25 anos, então meu sonho é ser feliz comigo mesmo e com minha família."


É muito legal ver pessoas assim com essa postura, otimista e pró-ativa. Philippe Streiff é uma pessoa que não se acomodou, e sou lidar com suas dificuldades. Hoje ele luta por melhores condições a pessoas que precisam de ajuda para se locomover.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

9 de março: Dia Nacional de Luta contra o PL do Ato Médico: participe!

Bom, como já foi discutido aqui o Ato Médico é um assunto que precisa muito ser discutido. Portanto ai vai um recado do POL (Psicologia on Line).



Acontece dia 9 de março a manifestação nacional pela rejeição ao chamado PL do Ato Médico, que tramita no Senado Federal.

Se aprovado, o PL representará um retrocesso para a saúde, prejudicando a autonomia das outras 13 profissões da área e impedirá a organização de especialidades multiprofissionais em saúde.

Em 2004, diversas categorias da saúde pública no Brasil entregaram mais de um milhão de assinaturas ao presidente do Congresso, organizaram manifestações que reuniram mais de 50 mil pessoas em atos realizados contra o Ato Médico em diferentes cidades e capitais brasileiras.

Essas mobilizações foram importantes, pois profissionais e estudantes de 13 categorias da área da saúde conseguiram explicar à população e ao poder legislativo os enormes prejuízos que o projeto causaria à sociedade brasileira caso fosse aprovado. Foram responsáveis pelo engavetamento do PL até 2009.

Passados cinco anos, o texto aprovado pela Câmara dos Deputados em 21 de outubro de 2009, e que voltou ao Senado, mantém o mesmo vício de origem, que é colocar em rico o cuidado integral preconizado pela Constituição Federal, através do SUS, que é uma das grandes conquistas do povo brasileiro no processo de democratização do país.

Não fique de fora!

As manifestações, que devem ocorrer em diversos estados, são uma iniciativa das entidades da campanha contra o PL do Ato Médico e são importantes para que o Senado não aprove os pontos do PL que interferem no trabalho de outras profissões.

Acompanhe as atividades da sua cidade aqui. No endereço, estão disponíveis os materiais da campanha contra o PL: camiseta, faixas, cartaz, panfleto, entre outros, para livre reprodução. Assista ainda o vídeo produzido para a mobilização.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Mestrado em Desenvolvimento Regional - Uni-FACEF

Mais um recadinho lá do Centro Universitário de Franca (Uni-FACEF).
Dessa vez é sobre o mestrado.
Sempre ouvi coisas boas sobre o mestrado de lá. Quem se interessar confira mais informações no site da FACEF, ou direto aqui!



Recado dado!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Sobre o Ato Médico!



Muitos já devem saber do que se trata o Ato Médico, ou no mínimo já ouviu falar sobre ele. Muitas campanhas contra esse Projeto de Lei foram lançadas nos últimos anos, lançando inúmeras críticas, dizendo que ele "ata-nos", ou seja, dizendo que ele é uma mera forma que os médicos encontraram para poderem ter controle sobre as atividades de outros profissionais da saúde.

Porém, antes de fazer qualquer afirmação sobre esse assunto, cada profissional da saúde deve se perguntar: "Eu já li o Projeto de Lei para poder falar alguma coisa sobre ele?" (Leia o Ato Médico aqui.)

Seria uma visão um tanto quanto superficial formar alguma opinião diante de um assunto sem antes conhecê-lo de fato. E isso é o que acontece com muitas pessoas, antes mesmo de ler o projeto do Ato Médico já emite uma opinião, baseando-se apenas no que vê em um determinado panfleto ou no que escuta alguém falar.

Em suma (lembrem-se de ler o projeto de lei eim!) o projeto de lei 7.703/06 (Ato Médico) procura uma nova regulamentação do exercício da Medicina no país, que não é alterada desde 1931. Nele se estabelece quais atos ou procedimentos serão privativos de médicos, quais serão compartilhados com outros profissionais de saúde e quais serão exclusivos desses outros profissionais.

Esse projeto de lei foi aprovado pela Câmara dos Deputados, e agora está no Senado para ser votado (sob nº SCD 0268/2002).

Se refletirmos sobre o Ato Médico veremos que a idéia do projeto de lei é muito boa, afinal de contas seria muito interessante regulamentar o que é um procedimento pertinente ao psicólogo, ao fisioterapeuta ou ao biomédico. Porém fica difícil mensurar o que é ou o que não é uma atividade do psicólogo por exemplo.

Não há, nos termos do Conselho Federal de Psicologia, descrições sobre o que é e não é atividade do psicólogo. Se um psicologo utilizar um método não convencional de tratamento para seu paciente, como se irá fiscalizar se essa atividade é legítima ou não?

E isso é uma verdade na área da psicologia! Uma verdade que me da medo as vezes. Um psicólogo pode muito bem usar uma abordagem diferente, não convencianal para tratar de seus pacientes, porem isso abre espaço para alguns absurdos clínicos, como pessoas que misturam teorias que epistemologicamente não conversam entre si, ou que misturam misticismo com um quê de sobrenatural.

Seguindo essa linha de raciocínio fica claro que uma lei que possa regularizar essas atividades é muito pertinente. Por isso se deve ter mais cuidado ao criticar o Ato Médico, é preciso entende-lo e perceber que muitas coisas interessantes podem estar contidas ali.

Muitos podem pensar que estou apoiando o Ato Médico com este post, mas não se trata de apoiar ou não, e sim tentar compreende-lo de um outro ponto de vista. Vendo que é preciso melhorar muitas coisa nele, afinal de contas inúmeros pontos ficam de difícil compreensão e com brechas para mal interpretações.

Para quem se interessar sobre o assunto no blog da Giovana Del Prette tem dois posts (aqui e aqui) sobre o assunto, são muito interessantes e completos!

Outra dica é o site do senado, que tem um espaço que chama SEPOP (Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública) aonde você pode dar sua opinião sobre esse Projeto de Lei.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Pós Graduação Psicologiga Uni-FACEF: Aspectos Psicossociais da Saúde: Da Prevenção à Hospitalização


Abrindo meus e-mails hoje de manha vejo um da Coordenadora do curso de psicologia do Centro Universitário de Franca (Uni-FACEF), Patricia, indicando a pós graduação de psicologia no Centro Universitário. A primeiro do curso de psicologia!

Conhecendo o trabalho do Uni-FACEF e os professores envolvidos só pode ser coisa boa!

Os interessados podem ter mais informações no site do Uni-FACEF ou clicando aqui!

Recado dado!

PNDH 3: o que a Psicologia tem a ver com isso?


Os Conselhos Regionais e o Conselho Federal de Psicologia (CFP), assim como os movimentos sociais e entidades não-governamentais que lutam pelos Direitos Humanos, começam 2010 atentos à crise instalada no Governo Federal, em razão das diretrizes políticas desenhadas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3).

O Plano propõe, não impõe, ao contrário do que afirmam setores conservadores da sociedade. O texto integral, lido sem preconceitos, aborda temas que atravessam a vida de milhares e, em alguns casos, de milhões de brasileiros. Assim, necessariamente, têm de ser abordados publicamente pela sociedade e pelos legisladores.

Alguns temas podem ser considerados espinhosos, como, por exemplo, o que trata da criação da Comissão de Verdade Justiça, que objetiva resgatar os fatos históricos e ocultados até hoje do período da Ditadura Civil-Militar Brasileira, sobretudo aqueles que se referem à tortura, à morte e ao desaparecimento dos que ativamente se opuseram ao regime ditatorial. Militantes que não foram mortos ou desaparecidos, ou aqueles que não conseguiram ou quiseram fugir do país, foram presos, julgados e condenados por tribunais militares. Cumpriram penas e, pela Lei nº 6.683, de 28/08/1979 (Lei da Anistia), foram anistiados. Suas histórias e suas ações são conhecidas publicamente, ao contrário das ações dos órgãos de repressão e de seus agentes, que continuam encobertas pelo silêncio! oficial.

Em torno de outros conteúdos são produzidas polêmicas, principalmente sobre aqueles de natureza socioeconômica, como a democratização da propriedade e dos meios de comunicação, as questões ambientais – que envolvem a ação de empresas de grande porte no processo de extração dos bens naturais do nosso país.

Grande parte dos psicólogos em exercício foi formada nos “anos de chumbo” ou nos anos subsequentes, nos quais o silenciamento oficial sobre aquela época, ocultada de nossa história oficial, produzia (e produz) efeitos danosos à formação profissional do psicólogo.

Na perspectiva atual, no entanto, os Direitos Humanos devem integrar a formação profissional dos psicólogos, cujo Código de Ética estabelece, como princípio fundamental, o embasamento do trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que presentes na Declaração Universal dos Direitos Humanos. O Código de Ética também prevê que os psicólogos trabalharão visando promover a saúde, a qualidade de vida das pessoas e das coletividades, contribuindo para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

O CFP é parte integrante do processo de consolidação dos Direitos Humanos no país. Teve sua primeira Comissão de Direitos Humanos criada em 1997 e, nos anos seguintes, foram criadas as comissões regionais, com o objetivo de incentivar a reflexão sobre os Direitos Humanos, inerente à prática profissional e à pesquisa em Psicologia.

Nessa direção, os Conselhos de Psicologia têm incorporado em suas ações temas pertinentes à promoção dos Direitos Humanos. Desde sua criação, a Psicologia tem realizado, em parcerias com outras áreas , sucessivas inspeções em unidades psiquiátricas, em unidades de internação de adolescentes em conflito com a lei e em institutos de longa permanência, os chamados asilos, com foco em identificar locais em que existam violações dos Direitos Humanos e produção de sofrimento mental. Este labor tem contribuído para as importantes mudanças na relação do Estado Brasileiro com estas áreas.

Reafirmando que a Psicologia e as práticas profissionais dos psicólogos devem ser transversalizadas pelos Direitos Humanos, e que estes são direitos de todos, e não apenas de alguns, entendemos que o PNDH 3 não contém propostas imediatas de mudança legislativa e constitucional e que praticamente todos os pontos criticados já estavam contidos nos Programas anteriores. Assim, ansiamos que as atuais e polêmicas discussões que – mesmo de forma assimétrica e eivada de interpretações tendenciosas – tomam espaço na mídia e no cenário político brasileiro, possam vir a ser mais democráticas e profícuas, passando a sensibilizar cidadãos de todos os segmentos sociais – desde que devidamente informados –, além dos diversos atores sociais que já lutam pelos Direitos Humanos e por justiça social em nosso país, dentre eles os psicólogos conscientes de sua profissão.

Ana Luiza de Souza Castro e Humberto Verona
Coordenadora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e presidente do CFP.

Obs: artigo do Conselho Federal de Psicologia sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), publicado no Correio Braziliense no dia 08/02/2010.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Óculos - Saúde e Estética




É interessante refletir sobre os óculos, pois ele se trata de um produto diferenciado dentro do varejo. Se pensarmos, o óculos é um dos poucos produtos que alia a saúde e a estética. O óculos, em sua função primária, serve para corrigir o desvio de luz irregular em nossos olhos e conseqüentemente a má formação de imagens em nossa retina.

Porém uma pessoa não leva apenas a correção visual em conta ao comprar um óculos, no momento da compra ela pensa também na estética dos óculos e mais!: No impacto que aquele óculos irá ter em seu rosto diante da sociedade.

Diante desse raciocínio podemos jogar um novo olhar diante do panorama atual do mercado ótico. Pois bem... Hoje em dia o mercado ótico está envolvido (boa parte do tempo) pela moda, uma vez que o óculos além de corrigir a visão do cliente deve ser um acessório bonito, atual, fashion e que demonstre um determinado status.

Não imagine, leitores, que as óticas estão abarrotadas desses aparatos fashion por uma mera coincidência ou porque os fabricantes de óculos simplesmente acharam que isso ficaria bonito no seu rosto. Esse fenômeno ocorre pelo simples fato de que isso vende, simples assim... Pode parecer uma visão um tanto quanto critica e agressiva, porem não é! Pensando friamente sobre esse tema chegaremos a essa conclusão.

A constante busca por mais vendas, por parte das lojas e fabricantes, atrelado ao mundo da moda, que dita o que se deve ou não usar, gera no mercado ótico uma inversão de valores muito interessante de ser analisar. Hoje, em um numero impressionante dos casos, não se busca mais o conforto visual e a correção e sim a estética e o status.

Não é por acaso que se andarmos na rua de qualquer cidade encontraremos atrocidades como óculos mal adaptado ao rosto da pessoa (totalmente sem proporção). Ou ainda pior, uma pessoa, que visou apenas a estética, e abriu mão de seu conforto visual!