segunda-feira, 26 de abril de 2010

Tony Judt, um alerta para você!

Hoje passei um dia muito dificil, e confesso que reclamei quase toda a tarde. Uma parte das reclamações por nervosismo mesmo, outra por medo! Isso, medo de algumas coisas que estão por vir em minha vida.

E quando chego em casa e abro uma revista, vejo uma entrevista com Tony Judt que me fez repensar meu padrões do que é dificil, do que me da realmente medo e do como esta caminhando minha vida.

Tony Judt é um historiador, autor de vários livros e uma pessoa muito ativa em seu meio, até que em 2008 recebeu o diagnostico de uma incapacitante doença neurodegenerativa conhecida como esclerose lateral amiotrófica.

Bom, não existe muita coisa para eu falar aqui, leiam a entrevista que vale MUITO a pena. Princialmente quando Judt fala da evolução da doença, de como ele lida com a morte e o sincero momento em que ele relata sobre seu limite para continuar vivendo.



Fica ai a entrevista, espero que gostem:


O inglês Tony Judt, 62 anos, é um produtivo e original historiador. Ele é autor de Pós-Guerra,uma ampla e minuciosa história das últimas seis décadas da Europa. Sua coletânea de ensaios Reflexões sobre um Século Esquecido, 1901-2000 será lançada no Brasil no próximo mês. Desde março de 2008, Tony Judt enfrenta o avanço de uma incapacitante doença neurodegenerativa conhecida como esclerose lateral amiotrófica. Esse distúrbio incurável e fatal ataca progressivamente os neurônios que comandam as funções motoras, matando-os. Em pouco tempo, suas vítimas perdem os movimentos do pescoço para baixo. Em estágio avançado, a doença limita também os movimentos involuntários e os pacientes precisam de ajuda de ventiladores mecânicos para respirar. É essa a situação atual de Judt. Os médicos nada podem fazer por ele. Um de seus ex-alunos, Saul Goldberg, planeja atravessar os Estados Unidos de bicicleta na esperança de que seu repto chame atenção para a necessidade de apressar as pesquisas que produzam um tratamento eficiente para a esclerose lateral amiotrófica. De seu apartamento em Nova York e com a ajuda de um assistente que transcreveu suas respostas e as enviou por e-mail, Judt concedeu a seguinte entrevista a VEJA.


Qual foi o primeiro sinal da doença?
Em março de 2008, comecei a sentir uma fraqueza nos dedos das mãos. Três meses depois, já não tinha mais força nos braços. Jogava beisebol e as bolas não iam a lugar algum. Em agosto, comecei a ter dificuldade para subir ladeiras. Não sentia uma falta de ar normal. Era algo muito estranho, difícil de descrever... No começo de setembro, fui ao médico suspeitando já de alguma doença neuromuscular. Mas, obviamente, não cogitava a hipótese de que fosse a pior de todas elas.

E como foi receber o diagnóstico de uma doença progressiva e fatal, para a qual não há cura?
Foi um choque. Mas logo me acalmei. Fiquei preocupado com meus filhos e minha mulher. Não pensei no meu sofrimento. A esclerose lateral amiotrófica não causa dor. No início, os doentes não conseguem sequer imaginar os sofrimentos que os esperam. Portanto, ficou mais fácil
eu me concentrar nos aspectos mentais e emocionais da doença. Os médicos queriam me dar antidepressivos, mas nunca quis tomar nenhum remédio que mudasse o meu humor – já abusei muito deles nos anos 60. Até agora estou conseguindo me manter longe desse tipo de medicação.

Como a doença evoluiu?
Em outubro de 2008, eu ainda conseguia dirigir. Em novembro, já não podia. Em dezembro, tinha muita dificuldade para mover minhas mãos e braços. Um dia, entre fevereiro e março de 2009, eu caminhava para o banheiro quando despenquei no chão como se fosse o tronco de uma árvore. Minha perna esquerda se paralisou. Desde então, nunca mais consegui caminhar sem ajuda. Um mês depois, estava preso a uma cadeira de rodas. Ao mesmo tempo, passei a usar um aparelho de ventilação artificial para poder dormir mais tranquilamente. Em seis semanas, dependia integralmente da máquina. Tem sido assim desde então. A falência muscular foi muito rápida, como se eu tivesse perdido todos os músculos de uma hora para outra.

Sua mente se mantém intacta. Qual a sensação de acompanhar a deterioração física de seu corpo?
Antes de ficar doente, eu estava em forma e tinha bastante energia para uma pessoa de 60 anos. Eu me cuidava porque tenho uma esposa treze anos mais jovem e dois filhos adolescentes. Agora, eu tenho de conviver com o total colapso físico, e isso é difícil. Perdi 11 dos meus 81 quilos, por causa da atrofia dos músculos. Só consigo mexer um dedo e movimentar minha cabeça. Sinto muita falta das minhas pernas. Eu era uma pessoa independente, que gostava de ficar a sós. Sem conseguir andar, não posso mais ir a nenhum lugar por conta própria. Hoje já não penso em movimento, penso em permanência. Em decorrência de todas essas perdas, não me olho mais no espelho. Já não penso mais em mim como um ser físico. Nos três meses que se seguiram ao diagnóstico, fiquei em estado de choque e não fiz absolutamente nada. Foi então que eu comecei a dar uma série de entrevistas para um livro sobre minhas teorias a respeito do século XX e descobri que eu podia falar e pensar perfeitamente. As entrevistas tornaram-se uma distração maravilhosa. Ocorreu-me que eu poderia ditar meus textos, já que estava incapacitado para escrevê-los. Encontrei aí a energia e a vontade para voltar a trabalhar. Minha vida se tornou tolerável. A doença não degenera a mente como degenera o corpo. O melhor de tudo é que eu estou realmente interessado no que estou fazendo. Descobri que minha memória é ainda melhor do que eu pensava. Posso conceber um livro ou um ensaio inteiro na minha cabeça durante a noite.

Não cansa estar em atividade intelectual 100% do tempo?
Sim. Mas com essa doença a pessoa fica cansada só por existir. O esforço para mover o dedinho ou falar é comparável ao despendido por uma pessoa saudável em uma hora de exercícios. Portanto, eu pareço não fazer nada e, ainda assim, fico exausto.

O senhor já aceitou o fato de que a morte está próxima?
Sim. Mas a sensação será diferente quando a morte estiver realmente próxima. No estágio atual, ela é uma realidade intelectual com evidências físicas, mas não me afeta emocionalmente na maior parte do tempo. Eu não tenho medo da morte. Afinal, não estarei aqui para sofrer as conse-quências da minha própria ausência. Estou mais preocupado com o impacto dela sobre a minha família.

O que mudou com a proximidade da morte?
Sempre fui uma pessoa sarcástica, que gosta de comandar, detesta ineficiência e quer as coisas feitas com rapidez e precisão. Ainda sou assim. Ao mesmo tempo, detesto a pretensão, o politicamente correto e a falsa polidez. Essa é uma doença infernal e não há nenhum mérito em fingir que ela tem aspectos bons. Talvez eu me sinta mais livre para ser um pouco mais autoindulgente e escrever ensaios sarcásticos ou simplesmente engraçados. Essa é a liberdade de não ter de me preocupar mais com minha vida profissional. Outra coisa nova é que eu aprendi a conviver com uma das piores doenças da face da Terra.

De que forma a doença afetou sua vida profissional?
Eu viajava o tempo todo. Só assim me sentia confiante para escrever. Um bom historiador tem de ter um quê de jornalista – e os bons jornalistas têm grande mobilidade. Eu voava para a Europa e outros lugares do mundo pelo menos quatro vezes por ano. E lá ficava viajando de ônibus e de trem, andava pelas cidades e via as coisas acontecendo. Sempre tive muitos amigos nesses lugares e costumava encontrá-los para conversar. Frequentemente dava conferências, uma ótima oportunidade para encontrar e conhecer mais gente, especialmente estudantes. Ao escrever sobre um país, uma pessoa ou um problema, meu primeiro instinto sempre foi ir até eles. Mas eu tenho sorte porque também sou um teórico de política e posso continuar esse trabalho na minha atual condição.

Como sua mulher e seus filhos lidam com a sua doença?
Para a minha família, é tudo muito difícil, mas falamos abertamente sobre o assunto. As coisas devem ser mais pesadas para minha mulher, que tem de desempenhar sozinha todos os papéis domésticos, fazer o trabalho por dois e ainda conviver com a perspectiva de ficar viúva precocemente. Creio que no fundo estamos lidando bem com a situação. Eu fiquei perplexo com o número de casos de divórcio provocados pela esclerose. Realmente é muito pesado para quem cuida, principalmente pela ausência de cura, o que causa uma sensação de grande frustração.

A experiência que o senhor teve no passado com um câncer se assemelha de alguma maneira à experiência de agora?
Em 2002, tive um sarcoma no braço esquerdo. Mas o câncer, por si só, não ameaçava minha vida. Além disso, câncer é frequentemente curável: responde a cirurgias, radiação e quimioterapia. Os oncologistas são proativos e otimistas. Já os neurologistas, que tratam a esclerose lateral amiotrófica, são pessimistas e não podem fazer muita coisa. Tirando a dor (o câncer dói; a esclerose, não), preferiria ter um câncer.

O senhor já pediu aos seus médicos um prognóstico a respeito de quanto tempo eles lhe dão de vida?
Sim, mas eles não servem para nada! A informação que eu tive foi que a expectativa média de vida para uma pessoa com a minha doença é de um a três anos a partir do diagnóstico. Eles, no entanto, admitem que cada paciente tem sua própria trajetória... Eu não faço a menor ideia de quanto tempo ainda vou viver. Como a minha doença progrediu muito rápido no começo, os médicos acreditavam que eu já estaria morto a esta hora. Eu e minha família decidimos viver sem fazer conjecturas sobre o próximo mês. E assim tem funcionado.


O senhor cogita valer-se da eutanásia?
Minha vida não precisa de ajuda para me deixar. Sofro de uma doença incurável, progressiva e fatal. No meu caso, a questão que se coloca é até que ponto deixá-la seguir seu curso. Existem implicações legais e pode ser muito arriscado para alguém ajudar uma pessoa a morrer. Mas, no caso de doenças como a minha, se o paciente deixa instruções a esse respeito, acho que não deveria haver controvérsia alguma. Se dois ou mais médicos atestam que um paciente está próximo do fim, por que um profissional de saúde, a esposa ou o filho não poderiam ser autorizados a ajudá-lo a morrer?

Qual é o seu limite para continuar vivendo?
Isso muda a cada dia. Dois anos atrás, eu diria que viver do jeito que vivo hoje seria insuportável. Agora, penso que o limite vai chegar quando eu não puder mais falar e não tiver meios de comunicar meus sentimentos e minhas ideias.




Fonte entrevista: Revista VEJA, 28 de Abril de 2010

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sabedoria Homer! (5)

Hoje é dia 23 de Abril, dia Mundial do Livro.

E nessa semana corrida fica uma frase do nosso barrigudo mais querido. Mais um Sabedoria Homer para vocês:

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pulseirinhas do Sexo, uma bela discussão

Muita polêmica esta surgindo em volta das pulseirinhas do sexo, uma pulseira de plástico, de várias cores, que quando arrebentada indica o que o garoto deve fazer na garota, algumas significam um simples abraço, outras significam coisas mais picantes como sexo ou mostrar os seios. Ou seja, se um rapaz arrebenta a pulseira preta, a menina deve ter uma relação sexual com ele.

Muita coisa já foi dita sobre essa brincadeira que acontece entre adolescentes e que se originou na Inglaterra, alguns projetos de lei já foram levados ao congresso tentando proibi-las. Existem escolas e pais com os cabelos em pé ao verem seus estudantes e filhos com esse adorno no pulso.



O fato é que a brincadeira foi surgindo no Brasil, e jovens foram aderindo, alguns começaram a usar as pulseiras sem mesmo saber o que elas realmente significavam. E hoje se trava uma grande discussão quanto a isso.

Na verdade a pulseira não é um catalisador que induz ao sexo ou algum tipo de comportamento de risco, ela simplesmente é um símbolo, e como todo símbolo vem carregado de um significado, e quem carrega esse símbolo de significado é a própria sociedade. Tendo essa linha de raciocínio, podemos dizer que o centro de toda essa questão não esta na pulseirinhas em si, mas sim em nossas concepções e banalização do sexo.

É muito difícil tentar proibir os jovens de usar as pulseirinhas do sexo, em uma sociedade em que toda a sexualidade é tratada com tanta banalidade. Qualquer criança com acesso a internet hoje em dia já teve ou tem contato com imagens, sites, vídeos, programas de TV que tratam a sexualidade com um descaso ímpar. Cada dia que passa fica mais difícil ligar a TV e não se deparar com uma cena de sexo em algum filme ou novela.

A idéia aqui não é fazer da vida dos jovens e da mídia um celibato, mas sim começar a ter uma outra postura diante do sexo e da sexualidade. As autoridades, escolas e principalmente pais poderiam aproveitar esse tema trazido à tona e iniciar uma discussão aberta e madura com os jovens quanto a tudo isso.

Seria uma bela maneira de começarmos a criar uma cultura de diálogo aberto e sincero com os jovens, estudantes, enfim futuro de nosso país.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Malcolm McLaren!


Recentemente morreu Malcolm McLaren, mais conhecido como o empresário da banda Sex Pistols, que mudou a cena musical dos anos 70 e inicio dos 80. McLaren é tido como o inventor do punk inglês.

É difícil não mencionar sua importância para tudo que se encontra de musica hoje em dia, além de descobrir uma das maiores e mais importante banda da historia, Malcolm foi quem primeiro ligou a musica com a moda e a forma de se vestir. Ele também levou o lema "do it yourself" ao extremo, e mostrou ao mundo que ele de fato era viável!

É complicado falar da vida do cara em um post apenas, mas hoje li a coluna do Álvaro Pereira Junior no caderno "Folhateen" que fala sobre ele e sua importância. Muito legal o texto! Confiram:

domingo, 11 de abril de 2010

A Viagem de Chihiro: Cinema Paradigma em 17/04

Hoje fica a dica que vem do Blog da Gi. E dessa vez é sobre o Cinema Paradigma, que exibirá o filme "A Viagem de Chihiro" seguido de um debate dirigido pela Giovana Del Prette.

Fique com mais algumas informações desse evento:

Data: 17/04/2010
Horário: 14:30 as 18:30
Tema da discussão: A aprendizagem de valores
Debatedora: Giovana Del Prette
Ingresso: 1kg de alimento não-perecível
Local: Paradigma
Rua Wanderley - 611 - Perdizes
São Paulo - SP - CEP: 05011001 - Brasil

Mais detalhes do Cinema Paradigma e do Núcleo Paradigma confira aqui!

Quem puder participar parece ser uma coisa bem interessante. Fica ai a Dica.



Recado dado!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Sabedoria Homer (4)

Finalizando nossa semana. Mais uma lição de vida de Homer J. Simpson. Vamos lá:



Cuidado para não ficar assim!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Skinner ficaria orgulhoso!

Olhando vídeos no youtube hoje encontro um de dois ratinhos jogando basquete. Essa apresentação foi no Science Museum of Virginia em Richmond, muito legal ver como eles foram condicionádos. Skinner ficaria orgulhoso...

E ai, quem ganhou a "partida"?

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Tirinhas para descontrair

Hoje vou colocar algumas tirinhas para descontrair...











Aproveitem...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

2000 visitas!!!

Foi tão corrido que nem deu tempo de colocar esse post na hora certa...

Eis que chegamos a 2000 visitas, e agora um pouquinho mais que isso! rsrsrs

De fato é um numero expressivo do meu ponto de vista. O Blog ficou inativo por muito tempo, e alguns meses atrás passou a se tornar uma rotina na minha vida, e um espaço bem legal para se colocar idéias, pontos de vista e pensamentos na roda de discução.

Muita coisa ainda precisa ser melhorada, eu sei. Porém fico muito feliz com essa modesta marca, e queria agradecer a todos que visitam ou já visitaram esse espaço e tiveram o carinho de ler algumas linhas do que escrevi.

Pretendo manter a linha de pensamento que vem levando o blog, e espero que as visitas e os seguidores continuem crescendo, mesmo que em seu ritmo próprio!

Obrigado a todos, e que venham mais visitantes!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O dia de folga de Ferris Bueller!

Comecei essa semana com um post da "Sabedoria Homer" (3), e foi uma semana bem complicada para mim... Corrida e cheia de compromissos, alguns legais, outros burocráticos (e um teste para paciência de qualquer um).

Confesso que tive que usar a sabedoria do barrigudo amarelo para resolver alguns problemas essa semana. Tive que fazer algumas coisas no "estilo Homer" (o jeito errado só que mais rápido).

E hoje, sem motivo algum, entrei no youtube, e busquei por um vídeo bem legal. O vídeo é do filme "Curtindo a Vida Adoidado" na parte da musica Twist And Shout. Essa pequena parte me fez lembrar de todo o filme, e sua mensagem para quem o assiste. E mais! Me fez refletir sobre qual o verdadeiro significado de tanta correria, tantas responsabilidades e o ritmo de vida atual em que vivemos.

Para quem não sabe, Curtindo a Vida Adoidado foi um sucesso dos anos 80 aonde o personagem Ferris Bueller mata aula e resolve tirar um dia de folga para curtir o dia com sua namorada e seu melhor amigo. O filme foi rodado no ano de 85, em uma época que a guerra fria estava em seu fim e uma aparente calmaria se instalava no mundo. Isso justifica a frase de Ferris em que ele olha para a câmera e diz que a vida passa depressa e quem não aproveita acaba não vivendo!

É engraçado ver um filme de 25 anos atrás ainda trazendo uma mensagem tão importante e pertinente para os dias de hoje. Parece que quando Ferris tira o dia de folga e curte a vida, ele esta mandando um recado para as pessoas, e lhes fazendo uma pergunta também: Qual o verdadeiro objetivo de se matar no trabalho ou em suas obrigações se você não pode nem se divertir um pouco?

Não podemos confundir a mensagem do filme, achando que é uma razão para sair por ai sem fazer nada, se tornando alienado e tendo um descaso com a realidade. Mas acredito que devemos pensar se não é possível sermos responsáveis e ainda assim saber desfrutar das oportunidades da vida!

A idéia aqui não é sair por ai, subindo em um carro alegórico de desfile na principal avenida da cidade e cantar Twist And Shout levando a população a loucura. E sim saber dosar as obrigações do dia-a-dia com um pouco de bom humor, ou com um tempo para si mesmo.

Porque não tirar 10 minutos para refletir sobre o seu trabalho, ou sua situação familiar? Ou ao invés de sair para festas de exageros, ficar em casa e saber curtir uma boa companhia de amigos? Ou simplesmente tentar encarar os problemas de uma forma mais positiva!

Fica neste post um espaço para pensarmos no que de fato são nossas prioridades... E também deixo aqui a parte do filme que deu o mote para esse pequeno texto.

Ah! Um pequeno destaque para o minuto 1:54 do vídeo, aonde o pai de Ferris Bueller olha da janela a folia do filho na avenida e da uma "dançadinha", como se ele estivesse entendendo o recado do garoto!